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NOTÍCIAS

O GLOBO: Humor mais vivo do que nunca
O Bonequinho aplaudiu a comédia francesa “Se Fazendo de Morto”. LEIA MAIS

O GLOBO: Defunto divertido
Carlos Helí de Almeida entrevista Jean-Paul Salomé, diretor de “Se Fazendo de Morto”. LEIA MAIS

FOLHA DE S. PAULO: Do que têm medo os argentinos?
Sylvia Colombo entrevista o diretor argentino Benjamin Naishtat.  LEIA MAIS

FOLHA DE S. PAULO: Tensão de longa argentino faz lembrar a de ‘O Som Ao Redor’
Se constrói a partir de pequenos esquetes de um humor seco, realista e, ao mesmo tempo, com uma aura surreal. LEIA MAIS

GLOBO NEWS EM PAUTA: Estreias da semana
Elisabete Pacheco indica o suspense argentino Bem Perto de Buenos Aires. LEIA MAIS

O ESTADO DE S. PAULO: Argentino capta o medo que precede a explosão social
Benjamín Naishtat fala de ‘Bem Perto de Buenos Aires’, que dialoga com ‘Relatos Selvagens’ e ‘O Som ao Redor’. LEIA MAIS

O ESTADO DE S. PAULO: Policial cômico na vertente de Truffaut
Jean-Paul Salomé assume dívida de “Se Fazendo de Morto” com o diretor. LEIA MAIS

VEJA SÃO PAULO: Resenha de Se Fazendo de Morto
Em gênero rareando nas telas, a comédia de suspense encontra aqui um bom exemplo. Além de piadas divertidas (muitas delas relacionadas a cinema), o mistério marca presença de forma instigante. LEIA MAIS

FOLHA DE S. PAULO: Filme francês arranca risos com crimes
Salomé conta, em entrevista à Folha durante visita ao Brasil, que costuma pensar seus roteiros a partir de notícias de jornal. LEIA MAIS

O ESTADO DE S. PAULO: O amor como faísca num barril de pólvora
Suntuosamente fotografado em preto e branco, reabre a vertente do cinema autobiográfico (psicanalítico?) do autor. LEIA MAIS

O GLOBO: Relações Delicadas
Sorte do espectador, pois trata-se de uma das estéticas mais singulares do cinema atual, feita a partir de momentos desgarrados da vida íntima de personagens artísticos e emocionalmente instáveis. LEIA MAIS

FOLHA DE S. PAULO: Despojado, “O Ciúme” discute a relação amorosa sem sentimentalismo barato
Mostra, com exigência realista, que os sentimentos não são regidos pela lógica ou obedecem a progressão dramática tradicional. LEIA MAIS

 

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